"Ajusto-me a mim, não ao mundo." (Anais Nin)
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terça-feira, 2 de setembro de 2008

I won´t waste my hate on you...


Exceto naqueles casos realmente dramáticos, estilo novela mexicana, nos quais uma pessoa dedica sua vida a destruir a de outra pessoa, a maioria dos nossos gostos e desgostos em relação a outra pessoa não passam de desevenças diárias e choques de personalidade. Mas existe um tipo de inimizade muito revelador: quando odiamos alguém... Em algum momento da vida todos sentimos ódio de alguém ou somos alvo desse sentimento.

Eu tento não cultivar esse tipo de atitude. Entre as minhas comunidades do Orkut não existe nehuma "Eu odeio..." e raras vezes "Eu amo...". Apenas porque tento evitar propagar coisas ruins e detesto a banalização do amor. Mas estava esses dias pensando no que nos faz criar inimigos de forma tão arraigada no nosso dia-a-dia. Não estamos em guerra, ninguém roubou nosso bebê ou nos mandou para prisão injustamente por 17 anos... Então, por quê odiar alguém?

Conclui que sentimos ódio por orgulho. O alvo é sempre alguém que tem (ou pensamos que tem) algo que achamos que nos pertence por direito. Nem sempre é racional e raramente é consciente. Mas sempre nos sentimos agredidos por quem está na posse de algo que, não apenas queríamos pra nós (ou seria apenas inveja), mas nos sentimos no pleno direito de ter. Pode ser um emprego, um homem ou mulher desejados, uma casa, carro ou aparência. Uma condição ou estilo de vida...

O fato é que a pessoa odiada nos expõe de forma dolorida às nossas próprias fraquezas. Já me senti assim. Já me entristeci quando não agradei todo mundo. E felizmente, hoje eu estou em plena lua-de-mel comigo mesma, defeitos e qualidades. E se desperto algum tipo de sentimento negativo, sei que a animosidade é a melhor forma de lisonja. Se incomodei, é que estou no caminho certo. E quem me odeia que trate de descobrir os próprios pontos fortes. Pois eu não vou desperdiçar meu ódio com ninguém...

segunda-feira, 16 de junho de 2008

James Hetfield: obey your master!


Eu tenho uma paixão platônica. Há anos. Eu cresci, vivi um monte de coisas e ela não passa. Eu sou completa e "adolescentemente" apaixonada pelo James Hetfield, front-man do Metallica. Sim, eu venero a banda. Com exceção do St. Anger eu gosto de tudo que eles já produziram. Eu reconheço que a música é excepcional, que o cara toca muito e que a voz dele é melodiosa e forte. Mas eu sou apaixonada é pela cara de mal, o jeito de tocar com a guitarra lá embaixo, os antebraços definidos, aquelas mãos enormes, o "yeah" rosnadinho, a pernas abertas... Acho que isso diz muito sobre meu gosto pra homens: gosto daqueles que mandam em mim. Por favor, não mandar literalmente, do tipo "vai buscar a minha cerveja", seguido de um tapa na bunda! Não sou mulherzinha. Ao contrário, sou bem independente e forte. E por isso mesmo, me atraio por homens que sejam mais fortes que eu. Emocional e fisicamente falando. Aquele que, quando você estiver à beira de um ataque de nervos, vai fazê-la sentir segura, protegida e te dar a sensação de que seus problemas acabaram. O ombro do cara que eu gosto tem que ser uma fortaleza. Tem que ser o meu apoio. E em troca, eu fazer todos aqueles mimos que garotas como eu adoram fazer quando encontram um HOMEM desses. Sensibilidade, romantismo são legais, não nego. Mas o qua me deixa de perna bamba é dar de cara com um moço que não vai se sentor ameaçado por nada que eu fizer ou disser. Vai é me pegar de jeito, falar olhando pra mim: "Onde é que você pensa que vai?" Obey your master...